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Neste artigo você aprenderá a instalar o plugin Pepper Flash Player, do navegador Chromium (versão Linux do navegador Google Chrome), no ambiente Ubuntu Lucid Lynx 10.04 LTS.

Se você não tem tempo a perder com os motivos que me levaram à instalação do Pepper Flash em meu Ubuntu Lucid Lynx, pule imediatamente para a parte de Resolvendo o problema, abaixo. Mas, se você não está mal-humorado e pode perder algum tempo para ler minha crônica a respeito, siga deste ponto em diante.

Crônica – primeira parte: O Problema:

Eu tenho um velho computador, fabricado em 2006: um AMD Athlom 64 X2 Dual Core 4200, com 2 GB de RAM, placa de vídeo GForce 6150 SE, HD SATA de 400 GB, sistema operacional Linux Ubuntu Lucid Lynx 10.04 LTS, kernel 2.6.32-70 e painel GNOME 2.30-2.

Ufa!

Se você é leigo e não entende patavina dessas coisas, no lugar disso tudo aí apenas leia JECHA. Já lhe explico o que é JECHA.

Esta máquina faz papel de “backup” de outro computador, um velho notebook ACER ASPIRE (que é meu guerreiro espartano). Pelo menos 3 vezes por semana faço meu backup via FTP / SSH.

Até aí, nenhuma novidade.

Acontece que sou teimoso e decidi, já há um bom tempo, que não troco meu Ubuntu Lucid Lynx 10.04 LTS por nada neste mundo; sobretudo, não troco por aquela atualização do Ubuntu que traz consigo a famosíssima “UNITY”: aquele painel desktop horrível e de muito mau gosto e talvez até mal gosto (em minha opinião).

No entanto, no mês de dezembro de 2014, descobri que há uma incompatibilidade entre as distribuições Linux (entre elas o Ubuntu), em relação ao navegador Firefox e o plugin Adobe Flash Player; a Adobe informa que não mais atualizará seu plugin Flash Player para as distribuições Linux e que manterá, até quando bem entender, apenas a versão Adobe Flash Player 11.2.

Isto significa, propriamente, que, em determinados sites, sem a atualização do Adobe Flash Player, o navegador Firefox não abre mais certas utilidades. Por exemplo, em um “site” de jogos, quem usa Linux (entenda-se: software livre) e não tem a versão atualizada do Adobe Flash Player; e, ao mesmo tempo, usa o Firefox; não pode mais jogar. Noutras palavras, ou o navegante parte para usar outros sistemas operacionais ou…

… Ou usa um outro navegador, conhecido, que é o Google Chrome, da Google.

Vê-se que há, aí, uma famosa “briga de cachorro grande”, um ” duelo de titãs”. Nem a empresa Firefox quer se adaptar aos padrões da empresa Adobe, nem a Adobe se interessa pela Firefox; nem as distribuições Linux têm poder suficiente (e gente disponível: o que é a “marca registrada” do Linux – SER SOFTWARE LIVRE) para desenvolver, LIVREMENTE, um plugin para Firefox que substitua o Adobe Flash Player… forçando, assim, ao usuário Linux migrar para o navegador Google Chrome se quiser entrar em sites de jogos ou similares.

Os desenvolvedores de “software livre” – Deus os proteja! -, no entanto, desenvolveram a versão Linux do navegador Google Chrome – o chamado navegador Chromium (a própria Google fez isto, como prova de muito amor e carinho pelo Linux…). Tal versão do Chromium está disponível nos repositórios e pode ser baixada livremente, instalada e operada nos ambientes Linux, sem problemas.

Acontece que… tem mais sacanagem aí (desculpe-me a expressão, motivada pela desilusão).

O navegador Chromium também NÃO CONSEGUE acessar os tais sites de jogos, se não tiver um plugin “flash” específico (semelhante ao da Adobe, o Adobe Flash Player plugin); e o nome deste senhor é Pepper Flash Player.

Acontece que… tem mais outra super-sacanagem aí (desculpe-me, novamente, a expressão, motivada pela indignação).

As distribuições Linux que já vêm com o navegador Chromium pré-instalado, ao mesmo tempo já vêm com o plugin Pepper Flash Player; e são… apenas e tão somente… as distribuições mais, digamos, atualizadas, como, por exemplo, no caso da Canonical, a versão do Ubuntu Trusty Tahr 14.04 LTS e superiores.

Não é maravilhoso?

Se você quiser usar um navegador que lhe permita entrar em determinados sites que exijam Flash Player Plugin – para, por exemplo, jogar -, deve usar o navegador Chromium com o plugin Pepper Flash e, ao mesmo tempo, atualizar seu Linux!

Versões antigas de Linux – até onde eu saiba, após “gugar” em mais de 4 idiomas para procurar soluções – não resolvem o problema: a) ou porque não existem mais atualizações do Adobe Flash Player (12,1 ou inferior) para Firefox; b) ou porque não é possível instalar o navegador Chromium com o plugin Pepper Flash.

Fantástico!

E eu? Como eu fico? Eu não quero abandonar meu bom e velho Ubuntu Lucid Lynx 10.04. Trata-se de uma questão de afetividade, de amor confessável realmente: meu “Lucid Lynx” já tirou-me de situações complexas e nunca me deixou na mão…

Você conhece alguém, ou alguma coisa, que já lhe deixou na mão, a ver navios? Eu sim! Ah! E como conheço…

Mas… ué… pensará o pobre coitado e inexperiente usuário Linux / Ubuntu, como eu…

- Ué: baixe e instale o navegador Chromium; e instale também o plugin Pepper Flash Player; e siga sua vida… O que for possível fazer com o Firefox, faça! Para jogar, use o Chromium! “Oh! Gajo! Oh, Pá! Raios parta!”

Acontece que… há outra super-hiper-extra-sacanagem aí (não desculpe a minha expressão de revolta).

… Simplesmente, o plugin Pepper Flash não funciona no navegador Chromium, se o seu Ubuntu for um “Lucid Lynx” (mensagem de erro: QUEBRA INSOLÚVEL DE PACOTE – FALTA LIVRARIA NECESSÁRIA – E QUEJANDOS)!

Isto é: ou você migra para a versão “Trusty Tahr”, ou você, com seu Ubuntu Lucid Lynx, vai chupar bombinhas acesas em festas juninas! Simples assim: vá para os quintos dos infernos!

Segunda parte: O nascimento da solução do problema:

Pensei, enfim, que talvez fosse hora de reconsiderar minha teimosia e “matar” meu bom e velho Ubuntu Lucid Lynx; que talvez fosse hora de, realmente, migrar para o Ubuntu Trusty Tahr… afinal de contas, eu sou cabeçudo, ranzinza, e isso cria-me problemas e mais problemas. Ano Novo vem aí – eu pensei – e talvez eu deva começar uma nova vida no Linux; talvez eu deva relaxar e permitir ser invadido, grotescamente, por aqueles desktops cheios de frescuras, de macaquinhos e pinguins saltitantes, etc e tal.

Então, pensei:

- Vou pegar meu velho computador AMD Athlon 64 – cujo nome oficial é JECHA USS ENTERPRISE NCC 1701,1415926535897932384626433832 -, numa singela homenagem que fiz ao meu Mestre Maior, à “Jornada nas Estrelas” (o filme) e ao número PI com 32 casas decimais, cuja sigla principal JECHA significa Jesus Está Chamando

- … vou pegar o JECHA e – já que ele é máquina de backup e se der “pau” reinstalo tudo novamente; já que ele “perdoa” todos os erros que faço -, instalarei o Ubuntu Trusty Tahr – para meu mais profundo desgosto – ali; e verei se me acostumo com aquela geringonça.

E assim fiz…

Tomei o JECHA NCC 1701,1415926535897932384626433832 e comecei a “jornada rumo ao infinito e além”. Capitão Kirk (eu) e Senhor Spock (meu cérebro brilhoso) no JECHA… instalando o Ubuntu Trusty Tahr 14.04.

Trusty Tahr significa A Cabra Confiável! Ora essa!

O sistema trava!

O sistema trava o meu confiável e velho JECHA! Coitado do JECHA: ele não aguenta mais tamanhas frescuras e balangandãs de telas saltitantes! Fu***** o meu JECHA!

E ainda teve um amigo – desses amigos cretinos – que me disse:

- Deixa de ser mão de vaca! Joga esse computador fora e compra uma coisa decente! Seu miserável!

Minha placa de vídeo (coitadinha), quieta lá no fundo do JECHA, “onboard”, gemia com a Cabra Confiável dentro dela. Cabra desgraçada!

- ‘Tá vendo?, eu disse a mim mesmo após instalar A Cabra.

Ali pelo mais profundo buraco negro de uma madrugada, pouco antes do Natal de 2014, eu disse para a mãe daquele amigo que me mandou comprar um computador mais novo e jogar o JECHA fora. Eu disse:

- ‘Tá vendo? Eu ‘tô falando que essa desgraça não serve! Que desgraça! Que bosta!

Toquei, novamente, a instalar meu bom e velho Ubuntu Lucid Lynx no JECHA, espantar de lá A Cabra Confiável e ter tudo de volta ao normal. Que beleza! O casamento perfeito: JECHA versus Ubuntu Lucid Lynx!

- Mas, aí eu fico sem poder jogar meus joguinhos! Mas que droga!

No dia seguinte, liguei para o velho amigo – desses que fazem doutorado em informática (ciência da computação) – e pedi-lhe um outro conselho. A resposta foi:

- Instala aí o OpenSUSE no lugar do Ubuntu, que você resolve todos os problemas! Eu tenho aqui e é muito bom! Confie em mim!

- Está bem!, pensei.

Baixei o OpenSUSE versão 13.2 (a última e atualíssima), decidido a migrar. A OpenSUSE é uma distribuição Linux que cresce a cada dia, muito respeitada e de ótimo suporte. Incitado pelo grande amigo, instalei o sistema no JECHA. Mas, após a instalação e inicialização do OpenSUSE 13.2, que terminou no início da madrugada seguinte, decidi testá-lo sem ter ninguém por perto a me encher a paciência.

Foi quando esbarrei em um painel KDE (ambiente KDE) bastante interessante: quando você clica no ícone do Firefox, ele sai pulando como se fosse um KANGURU! Tudo ali pula. O KDE gosta de saltitar! Tentei me acostumar com aquilo, mas entrei em pânico. Liguei para meu amigo, à UMA HORA DA MADRUGADA PARA IRRITÁ-LO, e disse-lhe assim:

- Mas que merda é essa que você me indicou? Esse sistema operacional pula mais que a CABRA CONFIÁVEL! Que desgraça é essa?

Ele riu de lá, meio mal humorado, e respondeu-me:

- Pô! (“Pô” significa qualquer coisa…) Pô! É só ir lá nas configurações e mudar o ambiente, do KDE para o GNOME! Não me encha o saco! Eu ‘tô estudando! Uma da madrugada!, e desligou o telefone em minha cara, bem atrevido.

Eu pensei, então:

- Quer saber de uma coisa? Eu vou, é, formatar essa partição, de novo, e instalar o Ubuntu Lucid Lynx 10.04… de novo; e voltar à estaca zero!

E concluí:

- Mas, aí eu fico sem poder jogar meus joguinhos! Mas que bosta!

Instalei o Lucid Lynx, novamente, e saí a procurar outra solução. Então, tive a brilhante ideia de pensar no Linux Debian. Pensei:

- Este sim, é quase a primeira distribuição Linux de todos os tempos! Debian deve funcionar de modo simples e sem frescuras. Vou migrar para o Debian.

Corri para o Debian, sem preocupar-me com o mito segundo o qual o Debian é um sistema complicadíssimo para ser instalado…

Bem…

Depois de passar DOIS DIAS para tentar entender como é que se instala o Debian; e para tentar descobrir quais são os CD’s / DVD’s que devem ser baixados; depois de tentar instalar o Debian 7.7.0 AMD 64 por mais de uma dezena de vezes; depois de sempre colher mensagens de erros durante a instalação (de debootstrap a outras as mais indesejáveis possíveis)… finalmente, após o Natal de 2014, consegui ver meu querido JECHA USS ENTERPRISE NCC 1701,1415926535897932384626433832 apresentar-me a tela de login do Debian 7.7.0.

Comemorei! Acredite-me: abri uma cervejinha pequena, lá pelas 4 horas da manhã e disse a mim mesmo:

- Eu sou F*********!

Entrei em meu mais novo sistema operacional, cheio de orgulho, e “comecei a fuçar”. Mas não farei nenhum comentário sobre o Debian, caro Navegante que me lê; apenas um:

- Meu Deus do Céu! Como é que dou um comando, como eu fazia no velho Ubuntu, no TERMINAL, do tipo “sudo apt-get install qualquer-coisa”?

Recebi algumas mensagens do sistema Debian, dizendo que eu estava a violar regras de comportamento moral! Não posso dar o comando “sudo”?

- Ah! Vá p’r'os infernos!

Resultado? Desinstalei o Debian e reinstalei o bom e velho Ubuntu Lucid Lynx…

Mas, desta vez, decidido a mandar para os quintos dos infernos, não mais os sistemas operacionais e os navegadores sem o plugin FLASH adequado; mas decidido a mandar para a tonga da mironga os sites de jogos!

Faz pouco tempo, minha máquina de backup, o JECHA NCC 1701,1415926535897932384626433832, estava com o Ubuntu Lucid Lynx 10.04, como sempre foi e como sempre será… mas sem poder jogar meus jogos prediletos.

Foi então que…

… Tive um estalo e pensei:

- Deve haver alguém por aí que está pensando em fazer alguma sacanagem com tanta sacanagem que fizeram contra os simples usuários do Linux… deve ter alguém que conseguiu por o Pepper Flash, para Chromium, no Lucid Lynx.

- EUREKA!!

Terceira parte: Resolvendo o problema:

Fiz a combinação de dois artigos que encontrei na WEB. O primeiro, de Albert Guedes, sobre “Instalando o Google Chrome nativo no Linux com suporte a flashplayer”, que se pode encontrar (aqui); o segundo artigo, de alexisgx2, sobre “Install FlashPlayer (PepperFlash 11.3) in Chromium”, que se pode encontrar (aqui).

Se você ler com cuidado estes dois artigos, experimentar, você conseguirá criar seu próprio tutorial. O modo como eu fiz está descrito a seguir. Pode ser que você encontre passos desnecessários, dos que listo abaixo. De todo modo, comigo funcionou.

Da fritada dos ovos, você deve proceder como segue para instalar o plugin Pepper Flash no navegador Chromium, numa instalação Ubuntu Lucid Lynx 10.04. Suponho que, com algumas poucas mudanças, você conseguirá fazer o mesmo para uma outra distribuição Linux.

INSTALAÇÃO DO PEPPER FLASH EM CHROMIUM E UBUNTU LUCID LYNX 10.04

Passo 0:

Instale o navegador Chromium pela Central de Programas Ubuntu (ou de sua distribuição); ou via terminal; ou via SISTEMA – ADMINISTRAÇÃO – GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC.

Passo 1:

Faça o download do GOOGLE CHROME, do pacote ‘.deb’ que corresponda à sua arquitetura (32 / 64 bits). Busque-a no Google Chrome, (aqui).

Passo 2:

Abra seu terminal e vá até a pasta onde baixou o Chrome:

Por exemplo (NÃO COPIE AS ÁSPAS, mas apenas o COMANDO):

2.1 – # “cd /Downloads”.

Execute, como “root”, o comando:

2.2 – # “sudo dpkg -i google-chrome-stable_current_i386.deb” (sem as áspas, é claro – e tome o cuidado de certificar-se do nome do arquivo baixado).

Passo 3:

No terminal, crie um diretório da seguinte forma:

# “sudo mkdir -p /opt/google”.

Passo 4:

Agora, mova a pasta descompactada para o diretório “/opt/google” e crie um link:

# “ln -s /opt/google/chrome-linux/chrome /usr/local/bin/chrome”.

Passo 5:

5.1 – Navegue com seu mouse pelas pastas, até “/home/USUÁRIO DE SUA MÁQUINA/.config/”.

Lembre-se que para ver os arquivos “.alguma coisa (ponto alguma coisa)”, você deve mandar o navegador EXIBIR ARQUIVOS OCULTOS em VER – MOSTRAR ARQUIVOS OCULTOS.

5.2 – Crie um diretório novo (simplesmente, com o botão da direita do mouse: CRIAR PASTA E NOMEAR) em “/home/USUÁRIO DE SUA MÁQUINA/.config/chromium/”.

Passo 6:

6.1 – Navegue pelas pastas, com seu mouse, e vá até o diretório “/opt/google/chrome-linux/chrome”.

6.2 – Copie (CTRL + C) o diretório PepperFlash (com seus dois arquivos – libpepflashplayer.so / manifest.json) para o diretório “/home/USUÁRIO DE SUA MÁQUINA/.config/chromium/” (que você criou no passo 5).

Passo 7:

Agora é o passo QUASE FINAL (o penúltimo). Cuidado. Abra o terminal e vá até o diretório

7.1 – # “cd /etc/chromium-browser”.

7.2 – Edite o arquivo DEFAULT:

# “sudo gedit default”.

Procure a linha de comando abaixo e marque-a com “#” (jogo da velha, que faz apenas comentários); substitua-a por outra, assim:

#CHROMIUM_FLAGS=”"” (transformando a linha em comentário).

CHROMIUM_FLAGS=”–ppapi-flash-path=/home/USUÁRIO DE SUA MÁQUINA/.config/chromium/PepperFlash/libpepflashplayer.so” (substituindo o comando anterior por este).

Clique em Salvar e feche o “gedit” (seu editor de texto).

Passo 8:

Está quase tudo pronto. Falta só mais um detalhe.

8.1 – Abra seu navegador Chromium e entre em seu site de jogos para ATIVAR O PLUGIN PEPPER FLASH… e, então, você verá que surgirá um ALERTA VERMELHO em sua BARRA SUPERIOR DE AVISOS DO UBUNTU, mostrando que há dependências GRAVES quebradas e problemas no sistema.

8.2 – Para resolver isto, apenas vá em SISTEMA – ADMINISTRAÇÃO – GERENCIADOR DE PACOTES SYNAPTIC.

8.3 – Digite, na aba de PESQUISA, CHROME.

8.4 – Assim que o SYNAPTIC mostrar o CHROME, marque-o para DELEÇÃO COMPLETA.

8.5 – Delete o Chrome de sua máquina.

Pronto!

Você já tem o Pepper Flash instalado no Chromium e – melhor ainda – sem ter abandonado seu espetacular, estável, sem frescuras, enxuto e genial Ubuntu Lucid Lynx 10.04. E, no meu caso, sem ter feito um UPGRADE caro e desnecessário de minha máquina velha, o meu querido JECHA USS ENTERPRISE NCC 1701,1415926535897932384626433832…

De quebra, você ficou livre de migrar para outra versão Linux, dessas coisas saltitantes e consumidoras de cpu’s, placas de vídeo e, sobretudo, paciência… que existem por aí.

Grande abraço.

postado por Ramiro Corrêa (04/01/2015)

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