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Beneath the Mango Tree

Categoria: Crônicas | Comentários ao final (Leave your comments below)

Eu saía de casa com minha filha, cada um em sua bicicleta para um passeio, quando, ainda na calçada em frente à garagem, um senhor nos abordou com o seguinte comentário:

- Hoje pela manhã eu vi um pai jogando dominó com seu filho, sentados num banco de praça; agora eu vejo o senhor saindo pra passear com sua filha. Acho que Deus está querendo me dizer alguma coisa…

Eu respondi, sem me dar conta da grandeza do que acontecia:

- Talvez seja uma bênção para mim e outra que está guardada para o senhor…

Partimos.

O vídeo e as fotos que você verá a seguir não estão perfeitos. Como sempre, a perfeição não está nas imagens, mas nas bênçãos; e me dei conta disso quando voltamos para casa.

“What a diff’rence a day makes!”

(Clique na imagen para expandir)

“What a diff’rence a day made
Twenty-four little hours
Brought the sun and the flowers
Where there used to be rain.

(Clique na imagen para expandir)

My yesterday was blue, dear
Today I’m part of you, dear
My lonely nights are through, dear
Since you said you were mine

(Clique na imagen para expandir)

What a diff’rence a day makes
There’s a rainbow before me
Skies above can’t be stormy
Since that moment of bliss, that thrilling kiss

(Clique na imagen para expandir)

It’s heaven when you find romance on your menu

(Clique na imagen para expandir)

What a diff’rence a day made


And the diff’rence is you.”

Unyielding, by Rabindranath Tagore

When I called you in your garden
Mango blooms were rich in fragrance -
Why did you remain so distant,
Keep your doors so tightly fastened?
Blossoms grew to ripe fruit-clusters -
Your rejected my cuppded handfuls,
Closed your eyes to perfectness.

In the fierce harsh storms of Baisakh,
Golden ripened fruit fell tumbling.
‘Dust, I said, ‘defiles such offerings:
Let your hands be heaven to them.’
Still you showed no friendliness.

Lampless were your doors at evening,
Pitch-black as I played my vina.
How the starlight twanged my heartstrings!
How I set my vina dancing!
You showed no responsiveness.

Sad birds twittered sleeplessly,
Calling, calling lost companions.
Gone the right time for our union -
Low the moon while still you brooded,
Sunk in lonely pensiveness.

Who can understand another!
Heart cannot restrain its passion.
I had hoped that some remaining
Tear-soaked memories would sway you,
Stir your feet to lightsomeness.

Moon fell at the feet of morning,
Loosened from the night’s fading necklace.
While you slept, O did my Vina
Lull you with its heartache? Did you
Dream at least of happiness?

postado por Ramiro Corrêa (30/10/2016)

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