Estilo do Blog: [ Astex ] [ Stone ] [ Green ] |  Bode de Ouro AQUI | Seguidores do Facebook: AQUI
The Filosofix Introduction Page   RSS   Facebook Filosofix   Twitter   Visualizar perfil de Ramiro Corrêa Jr no LinkedIn
Consultório Online de Psicanálise
(visite meu Consultório Online de Psicanálise - clique no logo acima)
(por falta de suporte AdobeFlash Player para algum iPad ou similar, algo pode não ser visto no blog)




Intraduzíveis 7 milhões de visitas ao Filosofix

Categoria: Crônicas | Comentários ao final (Leave your comments below)

Nas comemorações de 7 milhões de visitas ao Blog Filosofix…

… há coisas não traduzíveis e outras absolutamente intraduzíveis.

Das não traduzíveis, aqui está uma delas:

1) Desenvolver um raciocínio para os leitores do Filosofix:

Isso é quase semelhante ao desenvolvimento de um raciocínio clínico – por exemplo, para um paciente com queixa de mal estar geral seguido de dor lombar –, onde um grupo de estudantes de medicina, via de regra, precisa buscar hipóteses diagnósticas.

A queixa do paciente pode ser provocada por dor muscular, dor ciática, expansão da cápsula renal e, daí, decorrer uma DLM, ou Berger, ou ITU, ou Pielonefrite, etc; pode ser dor referida, DIP, ou infinitos outros problemas. Leigos como eu não têm a menor ideia de nada disso: o que dizer ao paciente ou ao Navegante do blog? Na Clínica, parece ser mais fácil, pois algo os induzirá a pensar em alguma coisa; eles consultarão professores de bigode, todos usarão bigodes como os de professores e, a partir disso, rastrearão o que for possível para formular uma hipótese.

Mas, aqui no blog, o que nos induz a dizer algo ao Navegante? Platão? Aristóteles? Kant? Toda a plêiade de filósofos? Falar de uma síndrome renal aleatória, só por falar, é complicado para eles, os estudantes; mas não tanto quanto invocar Platão, para nós do Filosofix.

Na apostila de Nefrologia (ver Medcurso, caderno 2, capítulo 2), encontra-se algo quase intraduzível, que diz o seguinte: “Evidências apontam prováveis mediadores da glomeruloesclerose focal e segmentar idiopática – marcadores de lesão podocitária como cardiotrofina-like 1 (citocina da família da interleucina 6); e receptor solúvel da uroquinase. É importante que no futuro se confirme a real identidade do fator solúvel envolvido na GEFSi, para tratamento mais específico e com menos prejuízos e efeitos colaterais que a cprticoterapia.”

Então, eles se juntam e conseguem o diagnóstico perfeito. Intraduzível…

2) Desenvolver um raciocínio a partir do que pensam os leitores do Filosofix:

Isso era como conversar para compreender o que dizia Titia, quando ela ainda estava entre nós. Uma sua queixa era como o silêncio de um visitante do Blog Filosofix. Indecifrável, muitos diriam.

Diz a irmã: – Minha imão tá dôda! Ah, neim, viu! Ieu vô não! Aqui! Qui casa! Tá bom! Minha imão vá, ieu vô não! Manã cedo, minha icola, vô cotá tudo tia Li! Iê iê! A Carla… ieu não! Madinha minha vai não e ieu vô não. Meu imão vá… mumá Só Póla! Cinco nhêco pa mim? Tá bom: ieu não! Aqui! Minha casa, casa banca! Mando, Tia Maia Íce, a Mácia, Quentina, Mãe do Caiequinha, Zazá, Moço Carne, Vó Nena, tudo qui casa sário meu! Macinho, Daci, tudo! A Nina Minha, Belonto tudá icola! Gacinha, Nina Minha! Só ieu Titia! Adola Nina Minha! Meu imão, ó, puxá lêla! Tá dôda! Madinha Minha, bêjo! Meu imão, não! Só ieu, Titia Nina Minha! Pade Demente moieu! Tadinho! Céu, nosso pai, nossa mãe… ieu não!

Pergunta o Irmão: – Minha imão tá tiste! Titia gosta mais minha imão, não! Vô chorá!

Responde a irmã: – Chóia não, minha imão. Culpa ieu! Bêso. Dóla minha imão. Café… café quentino? Vamo, minha imão? Café? Nósi dôze?

Indaga o irmão: – A Titia gosta do meu imão?

A resposta definitiva: – Mutão! Aqui, ó! Bêso… Meu imão, meu pai!

No fim das contas, o que ela queria era um beijo. E o Navegante, o que queria? Um post?

Alguém pode até decifrar este trecho acima; e pode até entender… mas duvido que traduza, para qualquer outro idioma, usando as mesmas palavras quebradas. Aliás, como seria se ela fosse inglesa, ou americana, ou francesa, ou alemã, ou indiana? Quais palavras, nessas línguas, ela usaria para expressar sua doçura?

3) Mas, há algo mais intraduzível que tudo, para nós, do Blog Filosofix: como dizer obrigado por 7 vezes dez à sexta potência:

Isso sim, deixa de ser não traduzível e até intraduzível!

Pois se nós, do Blog, disséssemos a ti, Navegante, com o espírito de Gandhi, ou de Tagore, ou de qualquer outro gigante (pobre de nós, quem somos?):

- Muito Obrigado por 7 Milhões de Visitas!, isso não é… indecifrável!

Estamos chegando lá. Ainda nesta semana. Faltam só 20 mil visitas para 7 milhões!!!

postado por Ramiro Corrêa (08/05/2017)

Comments

comments





Recomendamos, fortemente, que você comente este post. Sinta-se à vontade.

Contudo, todos os comentários no Blog FILOSOFIX são moderados pelo ADMINISTRADOR. Contamos com sua COLABORAÇÃO. Obrigado.

Por favor, preencha o formulário abaixo e aguarde aprovação de sua opinião.


Comentários disponíveis para leitura.


Sem comentário



Nome (obrigatório)

Email (obrigatório - não será publicado)

Website

Compartilhe sua sabedoria - escreva seu texto abaixo

Current day month ye@r *